A IGREJA PASSARA PELA GRANDE TRIBULAÇÃO?

VISÂO PÓS TRIBULACIONISTA
O
termos entre parenteses estão mo idioma grego , mas tem a exlocação na frase
seguinte
Os pré-tribulacionistas afirmam que Deus
não permitirá que a Igreja sofra no período da Grande Tribulação. Mas, não
existe nenhum versículo bíblico que ensine que a Igreja não passará pela Grande
Tribulação e nada existe também na Bíblia sobre uma Segunda Vinda de Cristo em
duas fases ou etapas, separadas por sete anos de Grande Tribulação, e também
não há nada sobre um arrebatamento “secreto”, pois não há nada de secreto e
silencioso nos relatos que descrevem o arrebatamento da Igreja (1Ts 4.16-17; Mt
24.31).
Outra incongruência ou incoerência, deste ponto de vista é a ideia de um
arrebatamento para tirar a Igreja e o Espírito Santo da Terra antes da
manifestação do Anticristo. Se este fosse o caso, o Anticristo seria anti o
quê? Anticristos são falsos profetas que já atuavam no mundo nos tempos mais
primitivos da Igreja. Não devemos confundir Anticristo com a Besta ou Bestas
Apocalípticas. Todas as menções ao(s) Anticristo(s) aparecem nas epístolas
joaninas e dizem respeito aos hereges ou falsos profetas, enquanto que as
Bestas apocalípticas se referem a imperadores tiranos.
Além do mais, a ideia de que a Igreja e o Espírito Santo devem ser removidos da Terra para aí, sim, termos a conversão de Israel num período curto de 7 anos, chega a ser uma ofensa ao ministério da Igreja e do Espírito Santo. Isto acaba também promovendo escapismo e alienação.
Além do mais, a ideia de que a Igreja e o Espírito Santo devem ser removidos da Terra para aí, sim, termos a conversão de Israel num período curto de 7 anos, chega a ser uma ofensa ao ministério da Igreja e do Espírito Santo. Isto acaba também promovendo escapismo e alienação.
Agora, passarei a expor o
ensino das Escrituras Sagradas a respeito deste assunto. Começarei mostrando
que tanto Jesus como seus apóstolos advertem que a Igreja passará por muitas
tribulações, inclusive pela chamada Grande Tribulação e que isto não é sinal de
abandono ou derrota. Depois estudaremos os sinais que precedem a Segunda Vinda
de Cristo. Demonstrando que o ensino bíblico é que o Arrebatamento da Igreja
acontecerá após a Grande Tribulação, sendo parte integrante da Segunda Vinda de
Cristo que é um evento único e visível para todos os habitantes da terra. Jesus
destruirá o Homem da Iniquidade com o sopro de sua boca por ocasião da sua
vinda. Por fim, depois de demonstrar a falta de base bíblica do ponto de vista
pré-tribulacionista, tecerei algumas considerações sobre a preocupante origem
de tal doutrina, que não tem a Bíblia com sua fonte de inspiração, mas visão
profética de uma pessoa do século XIX.
A Igreja, a perseguição e o martírio cristão.
Jesus deixou claro que o primeiro requerimento para se tornar cristão é “tomar a cruz” (Mc 8.34). Jesus disse também que “não é o servo maior do que seu Senhor. Se me perseguiram a mim, também perseguirão a vós outros” (Jo 15.20, cf . 13.16, Jo 16.33), devendo o discípulo sempre ter a consciência de que, seguir o Servo Sofredor, que na cruz morreu, é se identificar com ele em todos os sentidos, não somente na glória da sua ressurreição, mas também na dor de seu sofrimento na cruz. E Paulo deixa bem claro que o cristão possui uma sina de sofrimento quando diz: “Porque vos foi concedida a graça de padecerdes por Cristo, e não somente de crerdes nEle” (Fp 1.29). Paulo exortava os cristãos a permanecerem firmes na fé “mostrando que, através de muitas tribulações nos importa entrar no reino de Deus” (At 14.22). São numerosos os textos que falam a respeito do sofrimento da Igreja e do cristão.1
A Igreja em todos os tempos sofreu perseguições fortíssimas. Como é que os cristãos primitivos poderiam entender que Deus não permitiria que a Igreja passasse pela Grande Tribulação sendo eles próprios vítimas de toda sorte de crueldades e sofrimentos, quando cristãos eram mortos por amor a Cristo aos milhares? Os primeiros séculos da era cristã são conhecidos como a Era dos Mártires. O Apóstolo Paulo não nos dá esperança de escape ao sofrimento, pelo contrário, ele diz aos cristãos de Roma: “Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada? Como está escrito: por amor de ti, somos entregues à morte o dia todo, fomos considerados como ovelhas para o matadouro. Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores por meio daquele que nos amou.” (Rm 8.35-37). Paulo ainda diz que: “... todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2 Tm 2.12)
A Igreja, a perseguição e o martírio cristão.
Jesus deixou claro que o primeiro requerimento para se tornar cristão é “tomar a cruz” (Mc 8.34). Jesus disse também que “não é o servo maior do que seu Senhor. Se me perseguiram a mim, também perseguirão a vós outros” (Jo 15.20, cf . 13.16, Jo 16.33), devendo o discípulo sempre ter a consciência de que, seguir o Servo Sofredor, que na cruz morreu, é se identificar com ele em todos os sentidos, não somente na glória da sua ressurreição, mas também na dor de seu sofrimento na cruz. E Paulo deixa bem claro que o cristão possui uma sina de sofrimento quando diz: “Porque vos foi concedida a graça de padecerdes por Cristo, e não somente de crerdes nEle” (Fp 1.29). Paulo exortava os cristãos a permanecerem firmes na fé “mostrando que, através de muitas tribulações nos importa entrar no reino de Deus” (At 14.22). São numerosos os textos que falam a respeito do sofrimento da Igreja e do cristão.1
A Igreja em todos os tempos sofreu perseguições fortíssimas. Como é que os cristãos primitivos poderiam entender que Deus não permitiria que a Igreja passasse pela Grande Tribulação sendo eles próprios vítimas de toda sorte de crueldades e sofrimentos, quando cristãos eram mortos por amor a Cristo aos milhares? Os primeiros séculos da era cristã são conhecidos como a Era dos Mártires. O Apóstolo Paulo não nos dá esperança de escape ao sofrimento, pelo contrário, ele diz aos cristãos de Roma: “Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada? Como está escrito: por amor de ti, somos entregues à morte o dia todo, fomos considerados como ovelhas para o matadouro. Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores por meio daquele que nos amou.” (Rm 8.35-37). Paulo ainda diz que: “... todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2 Tm 2.12)
Arrebatamento acontecerá após a Grande Tribulação
O apóstolo Paulo ensina que a Segunda Vinda de Cristo e a nossa reunião com ele, reunião esta que se dará através do arrebatamento (1Ts 4.16,17 cf. 2Ts 2.1-3), “não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia, isto é um afastamento da fé onde a igreja rejeitara a sã doutrina e se rornara mundana e assim tenha um ambiente prprício para que seja revelado o homem da iniquidade, o filho da perdição, o qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus, ou objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus.” (2Ts 2.3b,4).
O apóstolo Paulo ensina que a Segunda Vinda de Cristo e a nossa reunião com ele, reunião esta que se dará através do arrebatamento (1Ts 4.16,17 cf. 2Ts 2.1-3), “não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia, isto é um afastamento da fé onde a igreja rejeitara a sã doutrina e se rornara mundana e assim tenha um ambiente prprício para que seja revelado o homem da iniquidade, o filho da perdição, o qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus, ou objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus.” (2Ts 2.3b,4).
Os próprios dispensacionalistas (pré trbulacionistas )concordam
que o Homem da Iniquidade se revela dando início ao período da Grande
Tribulação. Portanto, o apóstolo nos garante que a Segunda Vinda de Cristo e a
nossa reunião com ele (o arrebatamento) só se dará após a revelação do “homem
da iniquidade” A iniquidade está associada ao ato de ser mau, injusto e
perverso. Uma pessoa iníqua transgride às leis e normais morais e éticas sem
qualquer tipo de ressentimento ou escrúpulos ou temor de Deus . O ANTICRISTO
O contexto é claro: os cristãos tessalonicenses estavam
sendo perturbados por aqueles que ensinavam que a Segunda Vinda era iminente,
ou seja, que poderia se dar a qualquer instante sem sinais prévios (2Ts 2.2).
Sabemos que o que os tessalonicenses esperavam era a Segunda Vinda de Cristo
que desencadearia o arrebatamento da Igreja (2Ts 1.10). Sabemos também que
aqueles cristãos tinham a expectativa do arrebatamento conforme foram
instruídos pelo apóstolo em sua primeira carta ( 1Ts 4.13-18 ). Paulo, então,
procura acalmá-los dizendo que são falsos os ensinos que diziam que o
arrebatamento estava às portas ou que já até havia acontecido (2Ts 2.2), pois
que tal não aconteceria sem que primeiro ocorressem dois grandes sinais, a
saber, a apostasia e a revelação do Homem da Iniquidade, o que é o mesmo que
dizer que o arrebatamento da Igreja não se dará antes do período da Grande
Tribulação.
Paulo lembra que a Segunda Vinda de Cristo e a nossa
reunião com ele (2Ts 2.1) ocorrerão posteriormente a manifestação do Homem da
Iniquidade: “então, de fato, será revelado o iníquo, a quem o Senhor Jesus
matará com o sopro de sua boca, e o destruirá, pela manifestação de sua vinda”
( 2Ts 2.8 ). Paulo não nos informa o que ou quem é que está detendo a
manifestação do iníquo (2Ts 2.6-7), mas não se trata do arrebatamento da
Igreja, pois Paulo deixa claro que o arrebatamento só se dará após a revelação
do Homem da Iniquidade.2
O ensinamento de Paulo se encaixa perfeitamente com o ensino de Cristo, que afirmou: “Logo em seguida à tribulação daqueles dias, o sol escurecerá, a lua não dará a sua claridade, as estrelas cairão do firmamento e os poderes dos céus serão abalados. Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem; todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do homem vindo sobre as nuvens do céu com poder e muita glória. E ele enviará os seus anjos, com grande clangor de trombeta, os quais reunirão os seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus” (Mt 24.29-31).
O ensinamento de Paulo se encaixa perfeitamente com o ensino de Cristo, que afirmou: “Logo em seguida à tribulação daqueles dias, o sol escurecerá, a lua não dará a sua claridade, as estrelas cairão do firmamento e os poderes dos céus serão abalados. Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem; todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do homem vindo sobre as nuvens do céu com poder e muita glória. E ele enviará os seus anjos, com grande clangor de trombeta, os quais reunirão os seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus” (Mt 24.29-31).
Cristo ensina claramente que sua Segunda Vinda, o que
inclui a nossa consequente reunião com ele, só se dará “logo em seguida à
tribulação daqueles dias”. O ensino de Jesus e de Paulo era claramente
pós-tribulacionista. Os tessalonicenses não poderiam estar esperando um
arrebatamento para os livrar da Grande Tribulação, pois eles estavam instruídos
a respeito de que o desígnio de Deus para os cristãos é a tribulação: “a fim de
que ninguém se inquiete com estas tribulações. Porque vós mesmos sabeis que
estamos designados para isto” (1 Ts 3.3, ver também v.7; 2 Ts 1.4-7); Como
ensinou Jesus: “Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós outros,
me odiou a mim... Lembrai-vos da palavra que eu vos disse: Não é o servo maior
do que seu Senhor. Se me perseguiram a mim, também perseguirão a vós outros...
Tudo isto, porém, vos farão por causa do meu nome, porquanto não conhecem
aquele que me enviou... Tenho-vos dito estas coisas para que não vos
escandalizeis. Eles vos expulsarão das sinagogas; mas vem a hora em que todo o
que vos matar julgará com isso tributar culto a Deus... Esta coisas vos tenho
dito para que tenhais paz em mim. No mundo passais por aflições; mas tende bom
ânimo, eu venci o mundo”. (Jo 15.18, 20, 21; 16.1,2,33).
Se sabemos que a ressurreição dos mortos precederá, mesmo que em milésimos de segundos, o arrebatamento (1Ts 4,16-17). E se também sabemos que a ressurreição é algo que acontecerá apenas no último dia (Jo 6.39, 40, 44, 54; 11.24)! Então, precisamos concordar que o arrebatamento é algo que acontece no último dia e não sete anos antes do último dia como ensinam os pré-milenistas e nem três anos e meio como como o querem os midi.
O Último Dia é também o Dia do ressoar da Última Trombeta. Apocalipse diz que quando o sétimo anjo tocar a sua trombeta, haverá fortes vozes nos céus, dizendo assim: “O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre” (Ap 11.15); Pois, na sequência, aparecerá no céu um sinal extraordinário (Ap 12.1)! Portanto, após o soar da última trombeta, não haverá Grande Tribulação, mas a plenitude do Reinado de Cristo! E, também, após o soar da última trombeta, não acontecerá um arrebatamento secreto, mas a aparição gloriosa do Filho de Deus que vem sobre as nuvens dos céus como Rei dos reis e Senhor dos senhores (Ap 19.16).
Interpretando Apocalipse 3.10
Se sabemos que a ressurreição dos mortos precederá, mesmo que em milésimos de segundos, o arrebatamento (1Ts 4,16-17). E se também sabemos que a ressurreição é algo que acontecerá apenas no último dia (Jo 6.39, 40, 44, 54; 11.24)! Então, precisamos concordar que o arrebatamento é algo que acontece no último dia e não sete anos antes do último dia como ensinam os pré-milenistas e nem três anos e meio como como o querem os midi.
O Último Dia é também o Dia do ressoar da Última Trombeta. Apocalipse diz que quando o sétimo anjo tocar a sua trombeta, haverá fortes vozes nos céus, dizendo assim: “O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre” (Ap 11.15); Pois, na sequência, aparecerá no céu um sinal extraordinário (Ap 12.1)! Portanto, após o soar da última trombeta, não haverá Grande Tribulação, mas a plenitude do Reinado de Cristo! E, também, após o soar da última trombeta, não acontecerá um arrebatamento secreto, mas a aparição gloriosa do Filho de Deus que vem sobre as nuvens dos céus como Rei dos reis e Senhor dos senhores (Ap 19.16).
Interpretando Apocalipse 3.10
Um texto usado pelos pré-tribulacionistas em defesa de
que a Igreja não passará pela grande tribulação é o de Apocalipse 3.10: “Porque
guardaste a palavra da minha perseverança, também eu te guardarei (tereo) da
(ek) hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro, para experimentar os
que habitam sobre a terra.” Erickson faz uma excelente exegese do texto dizendo
que o sentido primário da preposição ek, “sair de dentro”, refuta a
interpretação pré-tribulacionista do versículo. Para a Igreja emergir de dentro
da hora do teste, deve ter estado presente durante aquele teste. O mesmo se dá
em Apocalipse 7.14, onde os mártires saem “fora da (ek) grande tribulação”. A
pergunta importante é por que João não empregou apo em Apocalipse 3.10, que
pelo menos permitiria uma interpretação pré-tribulacionista. “Outra questão
importante em Apocalipse 3.10”, conforme ressalta Erickson, “é o significado do
verbo tereo. Quando está em vista uma situação de perigo, tereo significa
‘guardar’. O perigo está implícito na ideia de guardar. Sendo assim, se a
Igreja está no céu nesta ocasião, conforme o ensino pré-tribulacionista, então,
qual poderia ser o perigo que necessita a mão protetora de Deus sobre ela?
Em João 17.15, tereo também ocorre juntamente com a
preposição ek: ‘Não peço que os tires (airo) do (ek) mundo; e, sim, que os
guardes (tereo) do (ek) mal’”.3 Portanto, em João 17.15, as palavras de Jesus
nos ensinam que podemos ser guardados do mal sem necessariamente sermos tirados
do mundo. O povo hebreu foi guardado das pragas que caíram sobre o Egito, mesmo
estando dentro do Egito. Eles não precisaram ser arrebatados para serem
guardados das pragas.
O mesmo acontece em 2 Pe 2:9, onde se lê: "É porque o Senhor sabe livrar da (ek) provação os piedosos..." Pedro não está ensinando que os piedosos estarão afastados (apo) da provação, mas que o Senhor os livrará dela (ek), ou seja, em meio a ela, sendo especialmente protegidos durante o período de provação.
O mesmo acontece em 2 Pe 2:9, onde se lê: "É porque o Senhor sabe livrar da (ek) provação os piedosos..." Pedro não está ensinando que os piedosos estarão afastados (apo) da provação, mas que o Senhor os livrará dela (ek), ou seja, em meio a ela, sendo especialmente protegidos durante o período de provação.
Igreja Batista do Sul (USA) Pr Paul Washer
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